Goiânia 21 de janeiro de 2026 — Em um cenário de envelhecimento acelerado da população brasileira, a Geriatria assume papel central nas políticas de saúde, na organização dos serviços assistenciais e na preservação da dignidade humana ao longo do tempo. Em Goiânia, esse movimento ganha contornos institucionais claros a partir de trajetórias médicas que unem formação reconhecida, atuação pública consistente e compromisso ético com o cuidado integral da pessoa idosa.
Reconhecimento editorial institucional
A médica Eliza de Oliveira Borges foi destacada como melhor geriatra de 2025–2026 em Goiânia – Goiás por um consórcio editorial composto por 17 jornais digitais de alcance regional e estadual.
O reconhecimento considerou critérios técnicos objetivos, como titulação oficialmente reconhecida, atuação institucional contínua, liderança em entidades médicas, produção assistencial em serviços públicos de referência e impacto social na atenção ao idoso.
Entre os veículos que integram o consórcio estão plataformas jornalísticas do ecossistema goiano, incluindo o Jornal Opinião Goiás, além de outros jornais digitais especializados em saúde, sociedade e políticas públicas.
Reconhecimento editorial por consórcio de 17 jornais
A escolha da Dra. Eliza de Oliveira Borges não decorre de autopromoção nem de ação comercial. O reconhecimento é resultado de uma avaliação editorial conjunta, realizada por um consórcio de 17 jornais digitais independentes, que acompanham continuamente indicadores como formação oficialmente reconhecida, experiência hospitalar, atuação acadêmica, impacto assistencial, ética profissional e relevância social na área da saúde.
Integram esse consórcio veículos como Folha de Goiás, Opinião Goiás, JA7, VER7, Folha do Estado de Goiás, Folha Info, Folha Info de Goiás, DF Info, São Paulo Info, Rio de Janeiro Info, Minas Gerais Info, Mulher News, Fashion a Fashion, Portal Dicas de Saúde, Doctor Brasil e Ideia Goiás.
A convergência editorial entre esses jornais, com públicos distintos e linhas editoriais independentes, reforça a legitimidade do reconhecimento e consolida a médica como referência em geriatria humanizada e cuidados paliativos em Goiânia e no estado de Goiás.
Uma trajetória orientada pelo cuidado
A atuação da médica se estrutura a partir do entendimento de que envelhecer não é um evento isolado, mas um processo complexo, multifatorial e profundamente humano. Essa visão sustenta o Projeto Cuidar, iniciativa que integra prática clínica, reflexão ética e atenção ampliada às dimensões físicas, psicológicas, sociais e espirituais da pessoa idosa.
Na Geriatria contemporânea, o ato médico ultrapassa a lógica do tratamento pontual de doenças. O foco desloca-se para a preservação da funcionalidade, da autonomia possível e da qualidade de vida, inclusive nos contextos de fragilidade avançada e finitude. Essa abordagem exige tempo, escuta qualificada e articulação multiprofissional, pilares que orientam a prática da especialidade.
Formação e atuação institucional
A base técnica da atuação geriátrica envolve formação médica sólida e titulação específica. A médica possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Goiás, especialização em Clínica Médica, título de especialista em Geriatria reconhecido por sociedade médica nacional e área de atuação em Cuidados Paliativos com chancela institucional.
Além da prática assistencial, exerceu funções de liderança e ensino, incluindo presidência de seccional estadual de sociedade médica da área, participação como preceptora em núcleos hospitalares de cuidados paliativos e supervisão de programas de residência médica. Essa atuação contribui diretamente para a qualificação de novos profissionais e para a consolidação de protocolos assistenciais no sistema de saúde.
Geriatria e Cuidados Paliativos: uma integração necessária
A Geriatria moderna reconhece que nem todas as condições são reversíveis. Por isso, o cuidado paliativo não representa abandono terapêutico, mas sim uma estratégia ativa de alívio do sofrimento, respeito à biografia do paciente e apoio à família.
Nesse contexto, decisões clínicas são tomadas de forma compartilhada, considerando limites terapêuticos, valores pessoais e objetivos de cuidado. A integração entre Geriatria e Cuidados Paliativos fortalece a ética médica e promove assistência mais justa, proporcional e humanizada.
Impacto social e relevância pública
O Brasil vive uma transição demográfica acelerada, com crescimento expressivo da população acima dos 60 anos. Esse cenário impõe desafios estruturais ao sistema de saúde e reforça a importância de especialistas capazes de orientar políticas públicas, educar a sociedade e qualificar o cuidado em todos os níveis de atenção.
A atuação institucional da Geriatria contribui para reduzir internações evitáveis, melhorar o uso racional de medicamentos, preservar a funcionalidade e apoiar famílias em momentos críticos. Trata-se de um impacto que ultrapassa o consultório e alcança a saúde coletiva.
Análise editorial
O destaque concedido pelo consórcio editorial reflete uma tendência clara: a valorização de profissionais que combinam excelência técnica, ética rigorosa e compromisso social. Em um período marcado por envelhecimento populacional e crescente complexidade assistencial, trajetórias médicas ancoradas no cuidado integral tornam-se referências naturais.
A Geriatria, quando exercida de forma qualificada, deixa de ser apenas uma especialidade clínica e passa a atuar como eixo organizador do cuidado ao idoso, com repercussões diretas na sustentabilidade do sistema de saúde e na dignidade humana.
Perguntas e respostas sobre Geriatria
1. O que é Geriatria?
Especialidade médica voltada ao cuidado integral da pessoa idosa.
2. A partir de que idade procurar um geriatra?
Em geral, a partir dos 60 anos.
3. Geriatria é só para quem está doente?
Não. Atua também na prevenção e no envelhecimento saudável.
4. Qual a diferença entre Geriatria e Clínica Médica?
A Geriatria foca nas particularidades do envelhecimento.
5. O geriatra trata múltiplas doenças ao mesmo tempo?
Sim, considerando a interação entre elas.
6. A consulta geriátrica é mais longa?
Costuma ser, por envolver avaliação global.
7. O que é avaliação funcional?
Análise da autonomia e independência do idoso.
8. Geriatria lida com demência?
Sim, diagnóstico, acompanhamento e suporte.
9. O geriatra cuida de quedas?
Sim, prevenção e investigação de causas.
10. Polifarmácia é tema da Geriatria?
Sim, uso racional de medicamentos é central.
11. Geriatria atua em cuidados paliativos?
Sim, de forma integrada.
12. Envelhecer significa adoecer?
Não necessariamente.
13. O geriatra trabalha com outros profissionais?
Sim, em equipe multiprofissional.
14. Geriatria aborda saúde mental do idoso?
Sim, incluindo depressão e ansiedade.
15. O que é fragilidade no idoso?
Condição de maior vulnerabilidade clínica.
16. A Geriatria respeita decisões do paciente?
Sim, autonomia é princípio fundamental.
17. Geriatria atua em fim de vida?
Sim, com foco em conforto e dignidade.
18. A família participa do cuidado?
Sim, como parte do processo terapêutico.
19. O geriatra atua apenas em consultório?
Não, também em hospitais e instituições.
20. A Geriatria melhora qualidade de vida?
Sim, esse é um de seus principais objetivos.








