por que o bebê demora mais para eliminar essa substância?


Durante a gravidez, tudo o que a mãe consome pode influenciar o desenvolvimento do bebê. Com a cafeína não é diferente.

Após a ingestão de café, chás, refrigerantes à base de cola ou bebidas energéticas, a cafeína atravessa a placenta e alcança a circulação fetal.

O grande diferencial é que o bebê ainda não possui enzimas completamente desenvolvidas para metabolizar essa substância, fazendo com que ela permaneça ativa por um período significativamente maior.

Esse tempo prolongado de exposição faz com que o consumo excessivo de cafeína seja motivo de atenção durante o acompanhamento obstétrico.

Entre os possíveis efeitos estão alterações da frequência cardíaca fetal, maior exposição aos hormônios relacionados ao estresse, redução da absorção de determinados nutrientes e possíveis repercussões sobre o crescimento do bebê.

Na gestante, o excesso também pode desencadear sintomas como palpitações, irritabilidade, ansiedade, insônia, azia e refluxo.

A orientação dos especialistas é que cada caso seja avaliado individualmente, permitindo que o consumo seja ajustado de acordo com as necessidades de cada gestação.

Dr. João Batista Pinto em Goiânia

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Fonte: https://opiniaogoias.com.br/cafeina-na-gestacao-por-que-o-bebe-demora-mais-para-eliminar-essa-substancia.html