MILA pode corrigir diástase sem a cicatriz tradicional da abdominoplastia? Entenda


A correção da diástase abdominal costuma ser associada à abdominoplastia. Entretanto, nem todas as pacientes que apresentam afastamento da musculatura possuem excesso de pele suficiente para justificar uma retirada extensa de tecido.

Foi nesse contexto que técnicas minimamente invasivas passaram a ganhar espaço.

A MILA, sigla para Minimally Invasive Lipoabdominoplasty, permite, em pacientes selecionados, associar o tratamento da gordura abdominal à correção da diástase utilizando pequenas incisões.

A parede abdominal pode ser abordada com auxílio de técnicas endoscópicas ou laparoscópicas. Dessa forma, a aproximação dos músculos pode ser realizada sem necessariamente utilizar a mesma extensão de incisão da abdominoplastia convencional.

Para o Dr. Paulo Germano, Cirurgião Plástico em Goiânia, a definição da técnica precisa partir principalmente das características anatômicas encontradas durante a avaliação.

Entre os pontos observados estão a intensidade da diástase, quantidade de gordura, presença de flacidez, elasticidade da pele, hérnias e estabilidade do peso.

Esse cuidado é importante porque minimizar a incisão não deve ser o único objetivo da cirurgia.

Se houver excesso significativo de pele, por exemplo, pode existir indicação de outra abordagem que permita tratar também esse componente.

Por isso, o planejamento deve ser individualizado. MILA, lipoaspiração e abdominoplastia são ferramentas diferentes para situações também diferentes.

Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia

Atendimento: Ed. Aton Business Style, St. Oeste, Goiânia, Sala 97B

Agende sua consulta: (62) 98150-6184

Acompanhe: @drpauloegermano





Fonte: https://opiniaogoias.com.br/mila-pode-corrigir-diastase-sem-a-cicatriz-tradicional-da-abdominoplastia-entenda.html