Quando um paciente recebe indicação de prótese total do joelho, uma das preocupações mais comuns é a possibilidade de complicações.
Entre elas está a infecção relacionada à prótese.
Muitos pacientes chamam essa situação de “rejeição”, mas são problemas diferentes.
Alergia ou hipersensibilidade aos componentes do implante pode ocorrer, porém é incomum.
A prevenção das infecções, por outro lado, faz parte de todo o planejamento da cirurgia.
Ela começa antes mesmo da entrada no centro cirúrgico.
Controle adequado de doenças crônicas, avaliação das condições da pele, identificação de possíveis focos infecciosos, medidas de higiene e preparação apropriada fazem parte desse processo.
Durante a cirurgia, protocolos de esterilização, antibioticoprofilaxia e técnica cirúrgica também contribuem para reduzir o risco.
Depois da operação, os cuidados com a ferida e o acompanhamento da recuperação permanecem fundamentais.
O paciente deve comunicar alterações como:
• dor que aumenta de maneira inesperada;
• inchaço progressivo;
• calor ou vermelhidão;
• secreção;
• dificuldade da ferida para cicatrizar;
• febre;
• perda de movimento.
Nenhuma cirurgia apresenta risco zero.
Mas protocolos bem executados antes, durante e depois da operação ajudam a tornar a artroplastia mais segura e aumentam as chances de uma boa recuperação.
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