Pesquisas recentes demonstram que a gravidez provoca alterações estruturais no cérebro da mulher. Exames por ressonância magnética identificaram redução temporária de volume em áreas específicas.
Essas mudanças estão relacionadas às oscilações hormonais próprias do período gestacional. Especialistas explicam que o fenômeno não representa perda neurológica, mas um ajuste funcional.
As áreas envolvidas participam de processos como empatia, percepção social e interpretação emocional. A reorganização contribui para intensificar o vínculo entre mãe e bebê.
Após o parto, parte dessas alterações tende a se normalizar, enquanto algumas adaptações podem se manter no longo prazo.
Dr João Batista Pinto em Goiânia
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