E não apenas emocionalmente.
A ciência já demonstrou que células maternas podem permanecer no organismo dos filhos por décadas após o nascimento. O fenômeno recebeu o nome de microquimerismo.
Durante a gravidez, existe uma troca celular contínua entre mãe e bebê através da placenta. Parte dessas células consegue permanecer viva no organismo ao longo dos anos.
Pesquisadores já identificaram células da mãe em:
• sangue
• órgãos internos
• tecidos corporais
• sistema imunológico
• e até em estruturas cerebrais
O mais relevante é que essas células podem desempenhar funções importantes no corpo humano.
Alguns estudos apontam participação em:
• reparo celular
• regeneração de tecidos
• respostas imunológicas
• adaptação biológica ao envelhecimento
Isso reforça uma visão cada vez mais discutida pela medicina: a gestação provoca mudanças profundas e permanentes no organismo.
A maternidade não deixa apenas memórias. Ela pode deixar células vivas.
E talvez isso explique por que algumas conexões parecem ultrapassar aquilo que conseguimos enxergar.
Você já conhecia esse fenômeno científico?
Dr. João Batista Pinto em Goiânia
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